19 dezembro 2006

... Indoor para todas as idades. Natal 2006

 Posted by Picasa

... 1/2 aspecto geral Natal 2006

 Posted by Picasa

... Montargil em força reduzida Natal de 2006

 Posted by Picasa

... quem arranjou as fitas? quem foi?

 Posted by Picasa

... mais Indoor do Natal de 2006

 Posted by Picasa

Um aspecto do Indoor do Natal 2006

 Posted by Picasa

Indoor de Natal 2006

Um exemplo a seguir pelos nossos comerciantes

possibilitando de vez em quando um local para a prática e promoção da disciplina

10 dezembro 2006

Cantanhede 2006, vista geral

Posted by Picasa Também aqui não houve foto de familia... mas no final não deixou de haver Bolo-Rei para todos.
Um abraço de Boas Festas, para Cantanhede e para o amigo Modesto e BONS VOOS EM SEGURANÇA para 2007!

Cantanhede! Ala Norte e controlo de frequencias unica e exclusivamente com molas

 Posted by Picasa

Esta sim! uma novidade do Carlos Seabra, aqui um pormenor

 Posted by Picasa

Local bom ... para voar Park Flyer's

 Posted by Picasa

Novidade... Novidade! o que não deve voltar a acontecer em Cantanhede no meio da Vila

 Posted by Picasa

Uma mochila de F3F rendida ... no Indoor em Cantanhede

 Posted by Picasa

... refeitas as forças após um espectacular repasto

 Posted by Picasa

Em Cantanhede ... a ultima maravilha do Carlos Seabra com motor de 18 grs AXI Aerovolt.com

 Posted by Picasa

... e palmas para a novidade apresentada no meio da Vila onde só por acaso não houve problemas de maior

 Posted by Picasa

... vamos lá ver

 Posted by Picasa

Novidades em Cantanhede?

 Posted by Picasa

... e mais assim

 Posted by Picasa

Em Cantanhede foi assim...em 9/12/2006

 Posted by Picasa

04 dezembro 2006

Fui ao DGMA a Alverca para praticar um pouco...


... e o que fui encontrar foi o que NUNCA DEVIA ACONTECER pois que desta forma temos a movimentação das viaturas a prejudicar a colocação dos pilotos e a ,queira Deus que não, arriscar acidentes de aeromodelismo e rodoviários apesar das cautelas em "IN" e em "OUT" .
Que me desculpe ao Oficial Comandante que determinou esta colocação para as viaturas.
É certo que dará muito jeito a quem não tem caixa de campo, etc., mas melhor colocados ficariam no inicio do táxi-way ou na via de acesso deste para a pista principal.
Aí não estorvariam os pilotos-aeromodelistas que teriam de continuar a colocar as viaturas na margem tendo o cuidado de ocupar os locais reservados ás boxes que não podem ser colocadas na zona alcatroada.
E as janelas para voar ficariam mais disponíveis sem ver-mos vôos por detrás e de lado e pela frente das boxes tal como estão e sem pilotos no meio da pista.

02 dezembro 2006

Calendário Oficial da FPAm 2007 -breve análise estatistica

Esta análise refere na categoria F1 os eventos principalmente indoor a para com os de F3
Alguns eventos incluem simultaneamente F2 e F4 donde os totais por categorias serem mais do que os eventos marcados.
Os resultados parecem confirmar a pouca adesão ao capitulo de OFICIAIS em prejuizo do aspecto ludico e de prazer que o aeromodelismo envolve.


___ OFICIAIS - 32 __NÃO OFICIAIS - 64_TOTAIS __________%
___F1____2_____________ 8_____________10_________8,70%
___F2___ 11_____________ 9_____________20________ 17,39%
___F3___ 12 ____________53_____________ 65________ 56,52%
___F4 ____8_____________ 4_____________ 12________ 10,43%
___F5 ____5_____________ 3 _____________8_________ 6,96%
TOTAIS>_ 38____________ 77____________ 115________ 100%
Assim no capitulo OFICIAIS pode-se obter:
F1-5.3%
F2-28.9%
F3-31.6%
F4-21.1%
F5-13.2%
e em NÂO OFICIAIS pode-se obter:
F1-10.4%
F2-11.7%
F3-68.8%
F4-5.2%
F5-3.9%
As estatisticas são muito traiçoeiras... ou não?

01 dezembro 2006

IV INDOOR APSIA 2006


No passado Domingo, dia 26 de Novembro, estive presente no IV encontro do modelos “indoor” organizado pela APSIA.
Constatei aquilo que já tinha ouvido através de diversas fontes. Mas nada é melhor que ver, ao vivo, para crer, como dizia S. Tomé, mais ou menos...
Eu que só conhecia os modelos “indoor” de há quarenta e tal anos a esta data, feitos a longarinas de balsa de 0,5x0,5mm, com 60cm de envergadura, forrados a microfilme, com 0,5g de peso e elásticos finíssimos que accionavam um hélice a meia rotação por segundo para um voo de mais de meia hora.
Agora, os modelos são motorizados. Motores eléctricos sem escovas, muito pequenos, servos miniatura, receptores minúsculos e baterias de lítio permitem a construção e voo de modelos extraordinários que evoluem de toda a maneira e feitio, durante longos minutos, no espaço limitado de um ginásio.
Para quem ainda não conhece é um verdadeiro espanto.
E, ainda melhor, é que o evento, designado de encontro, contou com a presença de 26 aeromodelistas! Onde é que nós temos, actualmente, cá em Portugal, uma manifestação aeromodelística que reuna tal número de participantes só numa modalidade?
O encontro decorreu entre as 10h00e as 17h30. Continuamente estiveram 3 ou 4 modelos no ar, não mais devido à simultaneidade de frequências rádio ou ao risco de colisões, apenas voando ou fazendo manobras acrobáticas ou corridas do tipo “pylon racing”.
A organização foi impecável. Nada foi descurado a favor de um encontro que deixou a todos a máxima satisfação. Desde os esquemas de protecção do público assistente aos impressos e documentos para controlo dos voos e das frequências, passando pelos aspectos burocráticos relacionados com as inscrições e verificação dos seguros de responsabilidade civil, até à distribuição de lembranças aos participantes, tudo decorreu de maneira exemplar. Estão de parabéns a APSIA, o seu presidente, Carlos Durães, e todo o elenco directivo e prestativo que, com colaborações diversas e bem planeadas, levou a bom termo este evento.
À parte tudo o que de bom acabo de referir, vem à minha memória certas competições de aeromodelismo realizadas, ou pseudo realizadas, noutros tempos, por alguns clubes, entre eles aquele que foi o maior clube de aeromodelismo nacional.
Com sade em Lisboa.
As provas, quando não eram adiadas sem os concorrentes serem informados, decorriam em quaisquer condições climatéricas, em Sintra, mesmo que chovesse a baldes e o vento as tornasse impraticáveis. Ou não havia cronometristas ou não havia prémios. Os prémios seriam dados depois, no fim do ano...
Com acontecimentos destes e uma constante protecção e apoio ao funéreo voo circular, descurando o radio controlo, foi-se processando o declínio do tal clube de Lisboa.
Construir, dá muito trabalho. Mas destruir é muito mais fácil e consegue-se de um momento para o outro.
Hoje, um grupo de dois ou três aeromodelistas dos outros tempos procuram pôr o clube de pé, “from the scratch”, após o estado lastimoso em que algumas direções o deixaram.
E esta conversa tem aplicação para o clube organizador deste encontro. Tal como aconteceu com o tal clube, noutra época, foi agora atingido o auge da qualidade e quantidade em prática do aeromodelismo pela APSIA. Fazendo menos de uma décima parte das modalidades nacionais, este é o clube com maior número de filiados e de praticantes em Portugal, sem quaisquer dúvidas. Oxalá continue com esta força e determinação e as muito próximas eleições não o encaminhem para a deterioração como tem acontecido, infelizmente, noutros casos.

Carlos Bastos